terça-feira, 26 de abril de 2011

Boas Memórias......

Fórum “Memórias de nossas aprendências no eixo EAD1”.
As minhas memórias desde o início até agora foram todas boas, pois só aprendi. Um
aprendizado que veio em todos os setores em especial no pessoal. Sair de casa, pegar ônibus, entrar
em uma escola para começar tudo de novo e agora em frente ao computador onde eu não tinha
nenhuma noção está sento muito gratificante. O convívio com os colegas, a professora e a turma da
escola acontece como se fosse uma mágica, pois me adaptei muito bem, sem falar na capacitação e
troca de informações.
Acredito que esse seja o começo para atualizar os estudos e poder aprimorar os
conhecimentos pessoais e profissionais.
Estar estudando é estar viva, estar em contato com o mundo e as novidades; só tem coisa
boa nesta caminhada.
As aprendizagens no eixo EAD1 nos mostraram o porque de tantas ferramentas para
aprender, pois vamos usar muito no decorrer do curso, sendo preciso ser sofrido no começo, mas
agora tudo anda melhor.
Devemos preparar a terra para plantar e depois colher os frutos, foi o que fizemos no eixo
EAD1 até aqui; e o mais importante é que aprendemos bastante, sentindo o sabor das tarefas
realizadas. Foi Ótimo.
Meu muito obrigada aos professores: ALINE, DIEGO, LEANDRO, REGINA, RICARDO,
PRISCILA, ELISA e ROBERTA.
Estas fotos representam o ANTES da faculdade:
O computador era apenas mais um móvel da casa.....
As fotos seguintes representam o APÓS início da faculdade:
Agora o computador se tornou uma FERRAMENTA importante em meu dia a dia de
acadêmica.
Tem Vida, utilidade, aprendizagem e muita informação.
SULCE

terça-feira, 5 de abril de 2011

EDUCAÇÃO DO CAMPO

PARA REFLETIR!!!! DEIXE AQUI A SUA OPINIÃO.....

O que você acha sobre a INCLUSÃO?

- Você acha que o aluno "especial" estando em uma sala com outros alunos ditos normais, já é INCLUSÃO?

- Você acredita que para ser INCLUSÃO é necessário atividades diferenciadas para os especiais mesmo já estando inclusos na sala dos ditos nomais?

- Esses alunos especiais, precisam de um atendimento diferenciado? Se a resposta for sim, diga se tendo este tratamento diferenciado eles serão inclusos ou os excluídos da sala?

TALVEZ VOCÊ NAO TENHA RESPOSTA, MAS VALE A PENA PARA E PENSAR UM POUCO NESTA SITUAÇÃO.....

COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO!!!!

Investigar formas de Comunicação e Educação
(passado e presente) no local onde mora:


A comunicação no passado era através de cartas, telegramas, rádio e mais tarde a TV, porém era para poucos. A educação se restringia ao uso do quadro negro, giz, mimeografo, as classe, as cadeiras dispostas numa sala uma trás da outra. Em meu bairro tinha um único telefone, que pertencia a uma vizinha chamada Adelaide. Para os outros existia a central telefônica.
A comunicação evoluiu muito com a chegada do computador, da internet, do vídeo game, do celular, da TV com controle remoto.
Assim a educação deixa muito a desejar, pois falta nas salas de aula mais modernidade, como por exemplo o uso do computador pelos alunos para que possam ampliar seus conhecimentos e é claro com a ajuda do professor que por sua vez deve estar preparado para esta modernidade.
A educação também evoluiu, mas não acompanhou a comunicação, pois temos hoje nas escolas TVs, aparelho de som, data show, xerocadora, sala de computação mas falta o preparo do professor para usar em prol da educação e desenvolvimento do aluno.
A maior dificuldade será a implantação dessa comunicação e modernidade como recurso didático em nossas aulas, pois exigirá do professor uma constante atualização de sua formação, sendo que não possuem apoio e nem condições financeiras.

HISTÓRIA DA MINHA VIDA

Nasci em 19 de setembro de 1957, na cidade de Guaporé, hoje tenho 53 anos. Meus pais são vivos. Meu pai Bruno tem 85 anos e a mãe Ignez tem 83. Tenho dois irmãos, o Celso e a Celsi. Meu pai era operário de uma fabrica de móveis e a mãe dona de casa, sempre foi uma boa mãe, e amiga. O pai trabalhador e carinhoso com todos os filhos. Antes de ir trabalhar de manhã levava café na cama para todos.
Minha infância foi boa, brinquei bastante de casinha, fazer comida, de prende, esconde-esconde, sapata, em cima de árvores, boneca com as amigas, etc.
Estudei sempre no colégio Scalabrini, onde na época do ginásio conheci um rapaz lindo que me apaixonei, namorei, casei e tive dois filhos lindos, maravilhosos que é a minha Vida.
O nome dele era Lauro, hoje falecido. Amei e fui amada.
Me formei em técnica em Secretariado em 1978 e depois casei e fui morar em Porto Alegre. Em seguida morei em Cachoeirinha, Santa Maria e retornei a Guaporé após oito anos, já tendo os filhos Greco e Greicy.
Na juventude estudei, dancei fui até rainha de carnaval do Clube União, namorei o Lauro e tive muitas amigas, a Rosa até hoje faz parte da minha vida sempre me visita pois nora em Novo Hamburgo e foi madrinha de casamento.
Depois de um tempo em Guaporé, meu marido trabalhava como viajante e um belo dia foi embora, sem dar satisfação, indo morar em Rondônia, abandonando seus dois filhos ( o Greco com 5 anos e Greicy com 3 anos) e eu com 28 anos, sendo que naquele momento não trabalhava, só cuidava dos filhos e cuidava da casa.
Fui uma luta! Para começar a trabalhar fiz concurso público e trabalhei 21 anos na prefeitura como atendente, após fui diretora de escola, e em seguida secretaria da coordenação das escolas de Educação Infantil. Neste momento senti a necessidade de voltar a estudar, foi quando cursei o Normal (magistério), que conclui em 2003, sendo maravilhoso estudar com mais idade, e colocar na prática a gramática e a experiencia adquirida na sala de aula, na direção da escola e como secretária na coordenação nas escolas de educação infantil.
Sou atuante na política e tive a oportunidade de ser vereadora por um pequeno período, realizando pequenos projetos.
Como uma boa mãe presente, participei juntamente com meus filhos da Banda Municipal de Guaporé, bem como do Grupo Escoteiros Nacê.
Assim consegui criar meus filhos com muito amor e carinho e sempre com a ajuda da família( principalmente meus pais) e os amigos que nunca me abandonaram.
Não foi fácil, mas consegui, pois hoje tenho os filhos formados na faculdade, o Greco em Enfermagem a Greicy em Matemática e eu cursando Faculdade de Educação do Campo. Meu filho se formou em 2003 em Enfermagem, minha filha em 2004 em Matemática e agora falta eu me formar no curso superior que vai ser em 2014 em Educação do Campo.
Na minha vida tive muitas perdas, o marido aos 28 anos, a melhor amiga e prima Tere, a Vandi, uma menina que considerava filha (amiga de Greicy), o Gregori, outro filho (amigo do Greco), o Serjão, meu grande amigo e a vó Maria. Mas aprendi que a vida continua e as lembranças deles ficaram para sempre em nós.
Para criar meus filhos trabalhei muito ficando sempre ao lado deles, acompanhando todas as etapas e trajetórias que foram de muitas alegrias e recompensas para mim.
Outra grande alegria foi a conquista de minha casa própria, pois sei que foi fruto de muito trabalho e ajuda de meus pais que cederam o terreno.
Injustiças sempre acontecem. Trabalhei 21 anos na prefeitura a dois anos estou sem trabalhar, mas tenho certeza que em prevê voltarei a trabalhar.
Sou uma pessoa de sorte pois quem tem amigos tem tudo. Tenho 3 grandes amigas: a Angélica, a Dalila e a Simone, que aproximadamente 15 anos nos reunimos semanalmente na casa de uma de nós para tomar café e colocar as novidades em dia e falar um pouco de nós. Normalmente os encontros eram nas quartas feiras, mas por estar cursando faculdade agora, mudamos o dia de nossos encontros. Adoro muito elas e sei que posso contar com elas pra tudo.
Sou uma pessoa realizada e feliz pois venci todos os obstáculos que apareceram na minha caminhada, consegui realizar vários sonhos e tenho certeza que vou realizar muitos mais.


A HISTÓRIA DO LOCAL ONDE VIVO:

Moro na rua Ângelo José Bordin, número1031, casa 2 no bairro Centro, em Guaporé .
Meu pai, minha mãe, meu irmão e eu, morávamos no centro da cidade de Guaporé onde hoje e a rádio Aurora, antigamente ao lado do bazar Puperi. Quando meu pai comprou um terreno para construir a nossa casa, na época era longe do centro e era deserto, apenas existia mato e natureza. Mas na realidade são quatro quadras do centro até o terreno, mas minha mãe achava muito longe pois tinha um filho de 4 anos e eu bebe de meses, assim ela só foi ver a casa quando já estavam construindo e foi apenas uma vez. O pai pagou pelo terreno 5 mil cruzeiros, o terreno media 18m por 35m, e fomos morar na casa no dia 12 de julho de 1958, eu tinha 9 meses e hoje tenho 53 anos.
A casa é a mesma até hoje, de madeira com 3 quartos, 2 salas, cozinha, corredor e banheiro. No inicio o banheiro era fora da casa. Ao redor de nossa casa só havia mais 2 casas ( as casas eram da família Minuscoli e Chaves), e o resto era terrenos baldios.
A rua não era aberta, tinha apenas um trilho para passagem, era uma rua sem saída, cheia de capoeira. Atrás da casa tinha o britador municipal. Também tinha um riacho que passava perto do campo do juventude, aproximadamente 200 metros de nossa casa, neste riacho que hoje é chamado de arroio barracão, brincávamos e tomávamos banho nele, nos divertimos e nos refrescamos muito. Para irmos ao campo passávamos na pinguela. Na frente de nossa casa havia um terreno que na verdade era um banhado, onde meu irmão pescava rã.
Passei minha infância e adolescência até casar nesta casa. Depois de muitos anos em 1999 construí a minha casa atrás da casa de meus pais, onde passei a morar na casa no dia 17 de novembro de 1999, com meus dois filhos (Greco e Greicy), onde estou até hoje. Atualmente moro com minha filha Greicy e na casa da frente moram meus pais (o pai Bruno e a mãe Ignez).
Em nosso bairro naquela época tinha só o armazém do Barosi e o moinho dos Minuscoli, hoje tem supermercado, padaria, farmácia, casa de tinta, salão de beleza, bazar e muitas casas, prédio e as ruas com calçamento e asfalto. Como podemos notar, tudo mudou, mas a casa de meus pais e a casa do lado ainda são as mesmas.